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2017 Mané Garrincha
Empreiteiras se negam a cumprir contrato e fazer reparos no Mané
MANOELA ALCÂNTARA / METROPOLES.COM
03/06/17 - 04h17

Além do assalto aos cofres públicos para abastecer o bolso de políticos e empresários, as construtoras responsáveis pelo Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha se recusam a cumprir o contrato com o GDF. Quatro anos após a inauguração da arena de R$ 1,5 bilhão, a estrutura apresenta uma série de defeitos, como trincas, infiltrações e desníveis de piso. Por força do contrato firmado com o poder público, a Via Engenharia e a Andrade Gutierrez têm que se responsabilizar pela obra por cinco anos. No entanto, as empresas negaram o suporte.

Em 2016, a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) fez um relatório com os erros estruturais da obra. Em seguida, deu entrada a uma medida administrativa pedindo a execução das garantias contratuais. Diante da recusa do Consórcio Brasília, formado pela Via e a Andrade Gutierrez, a Procuradoria-Geral do DF decidiu intervir e vai pedir a conclusão dos reparos na Justiça.

A reivindicação do direito de representar a Novacap nessa ação foi publicada no Diário Oficial do DF desta sexta-feira (2/6). Embora a empresa pública tenha procuradoria própria, a PGDF quer representá-la devido à gravidade dos fatos. “O intuito é propor ação judicial para forçar o cumprimento da garantia de cinco anos, prevista em contrato, para correção de erros e vícios estruturais causados por má escolha ou má aplicação de materiais na construção do Estádio Nacional”, afirmou a PGDF ao Metrópoles por meio de nota.

 


 

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